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Memória do Mundo

Acervos brasileiros são inscritos no registro internacional do Programa Memória do Mundo

Escrito por Mirian Lopes Cardia | Publicado: Sexta, 23 de Março de 2018, 16h10 | Última atualização em Sexta, 23 de Março de 2018, 18h01
O maestro Carlos Gomes, a psiquiatra Nise da Silveira e o educador Paulo Freire, grandes ícones brasileiros, foram representados ontem pelos acervos reconhecidos como Memória do Mundo pela UNESCO.

Nesta quinta-feira, o auditório do Arquivo Nacional foi palco da cerimônia de entrega dos certificados de inscrição de acervos brasileiros no Registro Internacional do Programa Memória do Mundo da UNESCO de 2017.

O acervo “Antonio Carlos Gomes: compositor de dois mundos” foi uma candidatura realizada em conjunto por oito instituições: Arquivo Nacional, Escola de Música da UFRJ, Fundação Biblioteca Nacional, Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Museu Carlos Gomes do Centro de Ciências, Letras e Artes, Museu Histórico Nacional, Museu Imperial e Museu da Universidade Federal do Pará.  O conjunto documental já havia sido inscrito no registro nacional do Programa Memória do Mundo em 2009.

O coordenador-geral de Acesso e Difusão Documental do Arquivo Nacional, Marcos André Rodrigues, lembrou da importância desse reconhecimento em um momento de comemoração para a instituição. “Nos seus 180 anos, o Arquivo Nacional também está sendo premiado com a seleção de um dos nossos documentos pelo Programa Memória do Mundo da UNESCO”, afirmou.

O “Arquivo Pessoal de Nise da Silveira”, custodiado pela Sociedade de Amigos do Museu do Inconsciente, também recebeu o certificado de inscrição no Registro Internacional do Programa. “Dra. Nise antecipou todo o movimento de renovação da psiquiatria. Nossa missão é dar continuidade à obra encarnada no Museu, que se transforma todos os dias”, relata Luiz Carlos Mello, diretor do Museu de Imagens do Inconsciente.

A “Coleção Educador Paulo Freire”, custodiada por Ana Maria de Araújo Freire e pelo Instituto Paulo Freire, foi o terceiro acervo brasileiro que recebeu o reconhecimento. “A obra de Paulo Freire precisa ser eternizada. Através dessas iniciativas a gente tem certeza que ela passará para as futuras gerações, que devem conhecer o patrono da Educação brasileira e toda sua contribuição para o Brasil e para o mundo”, afirma Tereza Mara Cruz, representante do Instituto Paulo Freire.

Saiba mais em:  http://mow.arquivonacional.gov.br/

 

Coordenador-geral de Acesso e Difusão Documental do Arquivo Nacional, Marcos André Rodrigues, recebe o certificado da representante do Ministério da Cultura, Vera Mangas

 

Representantes das instituições custodiadoras dos acervos nominados (Museu Imperial, Museu de Imagens do Inconsciente, Instituto Paulo Freire, Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Universidade Federal do Pará, Museu Histórico Nacional, Arquivo Nacional, Museu Carlos Gomes, Escola de Música da UFRJ e Biblioteca Nacional.  

Fotos: Escola de Música da UFRJ

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