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Série Arquivo Nacional 180 anos

Documentos sonoros compõem o acervo do Arquivo Nacional

Escrito por ASCOM | Publicado: Quarta, 07 de Fevereiro de 2018, 15h03 | Última atualização em Quinta, 08 de Fevereiro de 2018, 11h06

O acervo sonoro do Arquivo Nacional é composto por 10.499 discos, sendo, aproximadamente, 80% de goma-laca e o restante de acetato, nitrato e vinil. Esse acervo fica sob a responsabilidade da Equipe de Documentos Sonoros, criada desde 1958. Ao todo, a instituição possui 15 mil documentos sonoros, sendo 80% em discos e 20% em material magnético.

Na década de 1970, o então diretor-geral Raul do Rego Lima solicitou às gravadoras que fossem enviadas cópias de algumas partituras e discos ao Arquivo Nacional. O objetivo era que a instituição tivesse um espaço de preservação desse material sonoro e musical. Na década de 1980, a política de recebimento dos acervos sonoros mudou e a instituição deixou de receber esse tipo de material. Até então, foram recebidos 2.050 partituras musicais e 1.595 discos, que compõem a chamada Discoteca Arquivo Nacional.

Além desse material, o acervo de discos é composto por 4.952 discos da Rádio Mayrink Veiga, com músicas populares, eruditas e jingles; 2.779 discos que compreende o período da época de ouro do rádio, doados por Humberto Franceschi, renomado pesquisador de músicas; 687 discos da Rádio MEC; 508 discos da Agência Nacional; 238 discos do Serviço Social da Indústria – SESI, do programa Sesinho no Rádio; 68 discos da Casa Edison, primeira gravadora brasileira; 9 discos da Comissão Executiva da Comemoração do Sesquicentenário da Independência; 2 discos da Divisão de Segurança e Informações do Ministério da Justiça; 13 discos da Rádio Jornal do Brasil; 43 discos de Maria Beatriz Nascimento, entre outros.

O acervo mais raro é o da Casa Edison. A maior parte dos seus 68 discos pertence à Società Italiana Di Fonotipia, de Milão, primeira gravadora no mundo exclusivamente voltada para música erudita. Alguns desses discos possuem a assinatura dos autores cravada no próprio suporte, valorizando e conferindo atestado de qualidade à obra. Outra raridade deste acervo é um único disco com o selo da Jurity, Fábrica Popular que funcionou durante os anos de 1920 e 1921, fundada por Chiquinha Gonzaga e seu companheiro, João Baptista, ex-funcionário da Casa Edison.

Discos com assinatura dos autores cravadas no próprio suporte

No final de 2015, devido a sua especificidade e raridade, o acervo da Casa Edison foi escolhido para iniciar a reformatação de discos do Arquivo Nacional, feita com o especialista em preservação sonora Marco Dreer. Todo o material foi tratado, digitalizado e está disponível no Sisitema de Informações do Arquivo Nacional - SIAN.

O acervo de discos do Arquivo Nacional foi higienizado e acondicionado a partir de projeto patrocinado pelo BNDES.

 

 

ASCOM-Assessoria de Comunicação Social

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Para consultar o acervo do Arquivo Nacional, acesse: 
http://www.arquivonacional.gov.br/consulta-ao-acervo/sian-sistema-de-informacoes.html

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