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Diretor é eleito conselheiro da CVB

Escrito por Mirian Lopes Cardia | Publicado: Quinta, 30 de Março de 2017, 16h57 | Última atualização em Sexta, 23 de Junho de 2017, 09h22

Representante da Cruz Vermelha comenta eleição


31 dez cruz vermelhaO diretor-geral do Arquivo Nacional, José Ricardo Marques, foi eleito conselheiro da Cruz Vermelha Brasileira (CVB) para o mandato de 2017 a 2021, em votação na última Assembleia Nacional da instituição.

A CVB tem 117 conselheiros, distribuídos entre representantes da própria instituição; de Ministérios (Justiça, Defesa, Relações Exteriores, Educação, Saúde, Integração Nacional, Desenvolvimento Social e Cidades); de outras instituições afins; do mundo empresarial ou dos trabalhadores; e líderes em sua área profissional, categoria em que Marques foi eleito.

Os conselheiros são os responsáveis por decisões como a eleição dos membros da diretoria e das comissões e a deliberação sobre o orçamento anual e a prestação de contas.

O início do diálogo entre as instituições aconteceu no final de 2016, quando o Arquivo Nacional e a CVB firmaram um acordo de cooperação visando, entre outras ações, recuperar registros da história da CVB, que criou um Centro de Memória para recontar os 108 anos de existência da instituição no país. Na ocasião, a presidente nacional da Cruz Vermelha, Rosely Sampaio, visitou o Arquivo Nacional, a convite do diretor-geral, para avaliarem como trabalhar em parceria.

Segundo Fernando Antunes, presidente da Comissão de Finanças e conselheiro da CVB, "a decisão de propor o nome de José Ricardo Marques a uma das 39 vagas de lideranças e não como o representante do Ministério da Justiça e Segurança Pública decorreu de uma avaliação de membros de nossa instituição que deseja tê-lo de forma mais longa como apoiador da CVB e não enquanto durar uma gestão ministerial. Há interesse complementar da CVB em aproximar o Arquivo Nacional e as partes do Movimento Internacional da Cruz Vermelha (Comitê Internacional de Cruz Vermelha – CICV e a Federação Internacional de Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho – FICV), ambas com sede em Genebra, para estabelecer parceria visando coletar a história do Movimento Humanitário no país, a partir de registros históricos que existam em Arquivos Nacionais de países irmãos".

Ascom
30/março/2017

 

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