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Saiba como foi a terça-feira no Festival Arquivo em Cartaz

Escrito por Tassia Verissimo | Publicado: Quarta, 12 de Dezembro de 2018, 12h57 | Última atualização em Quarta, 12 de Dezembro de 2018, 17h35

A programação desta terça-feira, 11 de dezembro, do Arquivo em Cartaz – Festival Internacional de Cinema de Arquivo começou às 10 horas, no miniauditório do Arquivo Nacional, com o debate “Cinema e Educação, um diálogo possível” cuja cobertura está disponível aqui.

Na parte da tarde aconteceu no auditório principal do Arquivo Nacional, às 14 horas, a exibição do programa “Os 70 anos do vinil”, dentro da Mostra Arquivo N. Leia mais sobre a mostra que traz vídeos do programa Arquivo N, da GloboNews, aqui.

Em seguida à mostra Arquivo N, teve início a Mostra Competitiva. Foram exibidos seis filmes de curta metragem em sequência. Os  curtas selecionados foram: Olhares (9 min, Brasil, 2017), Experimento desde el occidente nº 1 (6 min, 2017, Argentina/Peru), MAM – 60 anos em 10 minutos (10 min, 2018, Brasil), Kamiokande (10 min, 2017, Brasil), Landscape for a person (8 min, 2016, Argentina) e Arara: um filme sobre um filme sobrevivente (14 min, 2017, Brasil).

A mostra competitiva teve sequência com a exibição do longa metragem chileno Solitary Land. Com direção de  Tiziana Panizza e Macarena Fernández, o filme constrói uma imagem inesperada da famosa e misteriosa Ilha de Páscoa, mostrando imagens de expedições científicas quase centenárias e a vida em uma prisão local.

O segundo longa metragem exibido em competição foi o brasileiro Em nome da América , com direção de Fernando Weller. Em nome da América é um documentário sobre controversa presença de milhares de jovens norte-americanos no Nordeste brasileiro na década 1960, participantes do programa de voluntariado Peace Corps (Corpos da Paz).

A programação desta terça-feira no Arquivo Nacional foi encerrada com a Mostra Cinema no Pátio, que exibiu o filme nacional “Rindo à toa: humor sem limites”, com direção de Claudio Manoel, Álvaro Campos e Alê Braga. O filme retrata o período 1986-2003, no qual o fazer humor não possuía os limites atuais. O diretor Álvaro Campos esteve presente no evento e realizou um breve discurso antes da exibição do filme. Em suas palavras: “esse filme só estreia no circuito comercial no meio do ano que vem, então depois do Festival do Rio, vocês estão vendo em primeira mão e eu espero que vocês se divirtam, afinal essa produção é uma oportunidade maravilhosa para a gente pensar no que o humor revela sobre a gente e também sobre o contexto social em que é produzido".

No Cine Arte UFF, da Universidade Federal Fluminense, ocorreu às 16h30 a Retrospectiva – Mostra Competitiva, com exibição do filme Torquato Neto – Todas as horas do fim. A produção nacional foi dirigida por Eduardo Ades e Marcus Fernando e fala sobre o poeta piauiense que atuava em múltiplas frentes e participou ativamente das transformações na cultura brasileira nos anos 1960 e 1970.

A entrada do festival Arquivo em Cartaz é gratuita. Endereços: Centro de Artes UFF - Rua Miguel de Frias, 9 - Icaraí, Niterói – RJ Telefone: (21) 3674-7515 | Arquivo Nacional - Praça da República, 173 – Centro Telefone: (21) 2179-1228 | Em caso de chuva as sessões ao ar livre serão exibidas no auditório do Arquivo Nacional.

 

 

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