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Arquivo Nacional participa da homenagem aos 40 anos da regulamentação da profissão de Arquivista

Escrito por Tassia Verissimo | Publicado: Sexta, 07 de Dezembro de 2018, 12h00 | Última atualização em Sexta, 07 de Dezembro de 2018, 12h00
A Câmara dos Deputados Federal comemorou em sessão solene os 40 anos da regulamentação da profissão de arquivista. O servidor e arquivista do Arquivo Nacional, Fernando Matias, compôs a mesa ao lado de representantes da categoria e frisou em seu discurso na tribuna: “Eu quero ressaltar a importância do arquivista e dizer que tenho muito orgulho do que faço. Acredito que o fortalecimento do profissional se dá com o fortalecimento das instituições arquivísticas, dos sistemas como o SIGA (Sistema de Gestão de Documentos de Arquivo) e o SINAR (Sistema Nacional de Arquivos), das associações de classe e com a realização de eventos de divulgação e promoção profissional como essa sessão comemorativa”.
 
O presidente da mesa e requerente da sessão solene, Dep. Professo Pacco (Podemos/DF) fez a leitura do discurso do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia: “O arquivista lida com a informação em todas as suas dimensões. Abrangendo a produção, o fluxo, a difusão e o registro virtual dos dados...Com isso o arquivista aproximou-se da contemporaneidade. Desempenhando importante atividade da gestão informacional” falou Maia em seu discurso.
 
Os 40 anos da profissão
 
A Lei nº 6.546, de 4 de julho de 1978, e do Decreto nº 82.590, de 6 de novembro de 1978, que dispõem sobre a regulamentação das profissões de Arquivista e de Técnico de Arquivo completam neste ano de 2018, 40 anos.
 
A trajetória das práticas e do saber arquivístico no Brasil remontam a criação do Arquivo Nacional, em 1838, denominado, naquela época, de Arquivo Público do Império, cujo objetivo era a organização, armazenamento e preservação dos documentos oficiais do Império que vieram com a “Família Real”. Já naquela época, devido ao crescimento da documentação produzida, identificava-se a necessidade de formar profissionais habilitados para o trabalho. Desde então, o Arquivo Nacional esteve a frente de diversas iniciativas para formação de profissionais no Brasil, como a criação do Curso de Diplomática do Arquivo Nacional em 1911, o Curso Permanente de Arquivos em 1960, ministrado no Arquivo Nacional (que posteriormente se tornou o curso que hoje é dado na UNIRIO) e um curso de especialização em arquivos permanentes, com o apoio do Conselho Internacional de Arquivos (que ocorreu durante duas edições).Com a criação dos cursos de graduação e a regulamentação da profissão, o arquivista passou a ter seu papel definido.
 
 
Texto: Eline Caldas/ Coordenação Regional no Distrito Federal.
 
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