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Arquivo em Prosa: Diretrizes para o uso das redes sociais pelas instituições arquivísticas brasileiras

Escrito por Camila Souza | Publicado: Quinta, 27 de Setembro de 2018, 17h08 | Última atualização em Quinta, 27 de Setembro de 2018, 17h08

 

O Arquivo Nacional promoveu no auditório principal de sua sede, no Rio de Janeiro, na tarde de terça-feira, 25 de setembro, mais uma edição do Arquivo em Prosa, evento mensal promovido pela instituição com o intuito de debater temas do mundo da arquivologia e/ou pertinentes ao seu acervo. O evento teve como tema “Diretrizes para o uso das redes sociais pelas instituições arquivísticas brasileiras". Foi apresentado um estudo da utilização que as instituições da área vêm realizando das  plataformas da web 2.0 na atualidade, na qual há diretamente uma interação com o usuário. Esta investigação buscou articular conceitualmente o tema abordando de modo horizontal três áreas de conhecimento: a arquivologia, a sociologia e a comunicação.

Os palestrantes convidados para esta edição foram: Diogo Pereira, arquivologista e mestre em Gestão de Documentos e Arquivos pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, que chefiou o Arquivo da Superintendência Central de Perícia Médica e Saúde Ocupacional do Estado do Rio de Janeiro entre 2017 e 2018 e Luiz Salgado, doutor em História Comparada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, que atua como pesquisador na Equipe de Difusão em Mídias Sociais do Arquivo Nacional.

Diogo Pereira fez uma análise das redes sociais do Arquivo Nacional, do Arquivo Público do Estado de São Paulo, da Fundação Pedro Calmon e acrescentou em sua fala um dos princípios de acesso aos arquivos feito pelo Conselho Internacional de Arquivos, no qual diz que a instituição arquivística precisa ser pró-ativa e oferecer conteúdo nas redes sociais para os usuários. Destacou, ainda, que a partir do momento em que a instituição está nas mídias ela ganha um novo perfil de usuário, aquele que não costuma frequentar fisicamente o local. Em ano eleitoral, o palestrante frisou: “Enquanto muitas instituições arquivísticas saíram do ar, o Arquivo Nacional foi o único que se manteve. A instituição fez uma leitura correta da legislação eleitoral.”

Luiz Salgado, líder da Equipe de Difusão em Mídias Sociais do Arquivo Nacional, apresentou um breve histórico da criação da equipe, o propósito de seu surgimento, algumas estratégias de publicação e os resultados alcançados. Além de ressaltar a importância das instituições arquívisticas de atuarem nas redes sociais, o servidor abordou também a presença do Arquivo Nacional nestas plataformas digitais. “O Arquivo Nacional percebeu a importância de atuar nas mídias sociais.”

 

Acesse aqui para assistir a palestra na íntegra na página do Arquivo Nacional no Facebook.

 

 

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