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Tributo a Roberto Farias na II Semana Nacional de Arquivos

Escrito por Camila Souza | Publicado: Sexta, 08 de Junho de 2018, 15h23 | Última atualização em Sexta, 08 de Junho de 2018, 16h36

No dia 06 de junho, o Arquivo Nacional realizou uma homenagem ao diretor Roberto Farias, com a exibição de duas obras de sua filmografia que fazem parte do acervo da instituição. O evento, que fez parte do calendário da II Semana Nacional de Arquivos, apresentou pela primeira vez o curta-metragem “Memória Essencial”. Além da estreia, foi exibido também o longa “O assalto ao trem pagador", ambos de sua direção. O Coordenador de Documentos Audiovisuais e Cartográficos, Antonio Laurindo, fez uma breve apresentação sobre o homenageado antes da exibição dos filmes.

 

 

 

Roberto Farias foi diretor, produtor e roteirista. Nascido em Nova Friburgo, ele veio ao Rio de Janeiro para estudar na Faculdade de Belas Artes. Seus primeiros longas como diretor foram as chanchadas "Rico ri à toa" (1957) e "No Mundo da Lua (1958)". Foi também diretor-presidente da Academia Brasileira de Cinema e sócio-fundador do Canal Brasil. Farias produziu diversos filmes de longa-metragem, entre eles clássicos como "O assalto ao trem pagador" (1962), e também dirigiu "Aventuras com Tio Maneco", "Maneco, o super-tio" e "Não quero falar sobre isso agora".

O evento contou com a presença de sua filha, Marise de Farias, que em entrevista com a Assessoria de Comunicação do Arquivo Nacional, salientou a importância em preservar as obras de seu pai e identificá-las como ferramenta da nossa cultura. Em suas palavras: “Me sinto muito feliz com essa homenagem e com o reconhecimento de sua importância para a cultura brasileira.” Ela destacou ainda a necessidade de um estudo mais aprofundado sobre as obras de Roberto Farias, devido ao grande conteúdo de cunho social e cultural presentes em sua filmografia. Para ela, a preocupação em sempre dialogar com o grande público foi uma característica marcante de seu pai e, portanto, é preciso resgatar e preservar a memória de seu trabalho e atribuir valor às obras como instrumento da formação da nossa cultura e nossa história.

 

 

 

 

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