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Saúde e higiene pública na ordem colonial e joanina

Escrito por Mirian Lopes Cardia | Publicado: Terça, 16 de Janeiro de 2018, 17h16 | Última atualização em Terça, 16 de Janeiro de 2018, 17h25 | Acessos: 1160

A falta de médicos e as condições precárias de assistência à saúde não são problemas presentes somente no Brasil contemporâneo.

Durante todo o período colonial é frequente que os moradores de cidades e vilas solicitem aos governantes a presença de médicos, conhecidos como físicos, de cirurgiões e de boticários (farmacêuticos). Mas não era fácil acharem-se médicos dispostos a vir para a colônia.

As “artes de curar” eram objeto de regulações como cartas régias, alvarás e outros dispositivos legais dispunham sobre as atribuições desses profissionais. Os físicos, que atuavam como médicos da Coroa, da Câmara e das tropas nas principais cidades e vilas, eram responsáveis pelo exame, diagnóstico e o receituário para os pacientes. Aos cirurgiões cabiam os ofícios manuais que exigiam o uso de ferros e lancetas, de tesouras, de escalpelos, de cautérios e de agulhas, sendo-lhes proibida a administração de remédios internos.

Somente a partir de 1808, com a transferência da Corte para a colônia, foram criadas escolas de medicina na Bahia e no Rio de Janeiro, o que possibilitou a formação de médicos no país.

Acesse no site O Arquivo Nacional e a História Luso-Brasileira - http://www.historiacolonial.arquivonacional.gov.br – o tema Saúde e higiene pública na ordem colonial e joanina.

 

Legenda do documento

Cópia da carta régia de 21 de maio de 1802, em resposta à queixa do governador do Rio Grande de São Pedro, Paulo José da Silva Gama, da falta de médicos naquela capitania. O príncipe regente nomeia para físico-mor da capitania do Rio Grande de São Pedro, Pedro Manoel Ribeiro de Miranda com a obrigação de assistir a todos os doentes do Hospital Militar e estabelece o seu ordenado, no valor de 400 mil réis anuais a serem pagos pela câmara daquela capitania Palácio de Queluz, 21 de maio de 1802. Secretaria de Estado do Brasil. BR_RJANRIO_Códice 952, v. 45, fl. 268.

Publicado: ASCOM-Assessoria de Comunicação Social

 

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