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Editais e Concursos

Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa

Publicado: Terça, 04 de Julho de 2017, 16h30 | Última atualização em Quarta, 17 de Janeiro de 2018, 13h41 | Acessos: 2618

Informativo

Com o objetivo de difundir o seu acervo, o Arquivo Nacional promove bienalmente, desde 1991, um concurso de monografias, de âmbito nacional, que confere aos vencedores o Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa.

Este concurso é de âmbito nacional e de temática livre, sendo aberto a pesquisadores brasileiros e estrangeiros, de nível superior, que possuam trabalhos com base nas fontes arquivísticas depositadas no Arquivo Nacional, de forma parcial ou integral.

A seleção dos trabalhos será realizada por uma Comissão Julgadora composta por professores doutores de comprovada experiência em pesquisa e reconhecimento acadêmico na área de Ciências Humanas.

Esta Comissão avaliará os trabalhos concorrentes com base em critérios fundamentais de relevância e contribuição da pesquisa para o desenvolvimento do pensamento crítico nas Ciências Humanas, ineditismo na abordagem do tema, coerência no desenvolvimento e na organização do texto, citações, transcrições, notas, observações, referências completas das fontes e bibliografia consultadas, conforme Regulamento.

Edital

Link para o edital e regulamento.

Vencedores

2017

Aluísio Gomes Lessa: ‘Exílios Meridionais: o degredo na formação da fronteira Sul da América portuguesa (Colônia do Sacramento, Rio Grande de São Pedro e Ilha de Santa Catarina (1680-1810)’

Daiane Estevam Azeredo: ‘Na proa dos negócios: a inserção feminina nas transações de crédito fluminense no início do século XIX (1800-1820)’

Flavia Fernandes de Souza: ‘Criados, escravos e empregados: os trabalhadores domésticos engendrando a modernidade brasileira (cidade do Rio de Janeiro, 1850-1920)’

 

2015

Thiago Campos Pessoa: "O império da escravidão:  o complexo Breves no Vale do Café (Rio de Janeiro, c.1850-c.1888)

Mariana Albuquerque Dantas: "Dimensões da participação política indígena: Estado Nacional e revoltas em Pernambuco e Alagoas, 1817-1848"

Camila Borges da Silva: "As ordens honoríficas e a Independência do Brasil: o papel das condecorações na construção do Estado Imperial brasileiro (1822-1831)"

 

2013

Isabele de Matos Pereira de Mello: “Magistrados a serviço do rei: os ouvidores-gerais e a administração da justiça na comarca do Rio de Janeiro”.

Diego Galeano: “Criminosos viajantes: circulações transnacionais entre Rio de Janeiro e Buenos Aires (1890-1930)”.

Ricardo Pirola: “Escravos e rebeles nos tribunais do Império: uma história social da lei de junho de 1835”.

 

2011

José Iran Ribeiro: “O império e as revoltas: Estado e nação nas trajetórias dos militares do Exército imperial no contexto da Guerra dos Farrapos”.

Augusto da Silva: “O governo da ilha de Santa Catarina e sua terra firme: território, administração e sociedade (1738-1807)”.

Flávio José Gomes: “Conversas reservadas: ‘vozes públicas’, conflitos políticos e rebeliões em Pernambuco no tempo da Independência do Brasil”.

 

2009

Douglas Atilla Marcelino: “Subversivos e pornográficos: censura de livros e diversões públicas nos anos 1970”.

Henrique Sérgio de Araújo Batista: “Jardim regado com lágrimas de saudade: morte e cultura visual na Venerável Ordem Terceira dos Mínimos de São Francisco de Paula (Rio de Janeiro, século XIX)”.

Manoela Pedroza: “Engenhocas da moral: redes de parentela, transmissão de terras e direitos de propriedade na freguesia de Campo Grande (Rio de Janeiro, século XIX)”.

 

2007

Gabriela dos Reis Sampaio: “Juca Rosa: Um pai-de-santo na corte imperial”.

Elisa Frühauf Garcia: “As diversas formas de ser índio: políticas indígenas e políticas indigenistas no extremo sul da América portuguesa”.

Mariana de Aguiar Ferreira Muaze: “Os guardados da Viscondessa: família, riqueza e representação social no Brasil oitocentista (1840-1889)".

 

2005

Marcos Ferreira de Andrade: “Elites regionais e a formação do Estado Imperial Brasileiro: Minas Gerais – Campanha da Princesa (1799-1850)”.

Tiago Gil: “Infiéis transgressores: elites e contrabandistas nas fronteiras do Rio Grande e do Rio Pardo (1760-1810)”.

Maria Fernanda Vieira Martins: “A velha arte de governar: um estudo sobre política e elites a partir do Conselho de Estado (1842-1889)”.

 

2003

Carlos Eugênio Líbano Soares; Flávio dos Santos Gomes; Juliana Barreto Farias: “No labirinto das nações: africanos e identidades no Rio de Janeiro, século XIX”.

Claudia Rodrigues: “Nas fronteiras do além: a secularização da morte no Rio de Janeiro (séculos XVIII-XIX)”.

Christiana Schettini Pereira: “Que tenhas teu corpo: uma história das políticas da prostituição no Rio de Janeiro das primeiras décadas republicanas”.

 

2001

Maria Regina Celestino de Almeida: “Metamorfoses indígenas: identidade e cultura nas aldeias coloniais do Rio de Janeiro”.

Ivana Stolze Lima: “Cores, marcas e falas: sentidos da mestiçagem no Império do Brasil”.

Antônio Carlos Jucá de Sampaio: “Na encruzilhada do Império: hierarquias sociais e conjunturas econômicas no Rio de Janeiro (c. 1650-1750)”.

 

1999

Olívia Gomes: “Intenção e gesto: pessoa, cor e produção cotidiana da (in)diferença no Rio de Janeiro (1927-1942)”.

Álvaro Pereira do Nascimento: “A ressaca da marujada: recrutamento e disciplina na Armada Imperial”.

Ângela Reis: “Cinira Polônio, a divette carioca: estudo da imagem pública e do trabalho de uma atriz no teatro brasileiro da virada do século XIX”.

 

1997

Adriana Vianna: “O mal que se adivinha: polícia e menoridade no Rio de Janeiro (1910-1920)”.

Tânia Maria Bessone: “Palácios de destinos cruzados: bibliotecas, homens e livros no Rio de Janeiro (1870-1920)”.

Adriana Barreto de Souza: “O exército na consolidação do Império: um estudo histórico sobre política militar conservadora”.

 

1995

Guilherme Pereira das Neves: “E receberá mercê: a Mesa da Consciência e Ordens e o clero secular no Brasil (1808-1828)”.

Emerson Giumbelli: “O cuidado dos mortos: uma história da condenação e legitimação do Espiritismo”.

Marcos Luiz Bretas: “A guerra das ruas: povo e polícia na cidade do Rio de Janeiro”.

 

1993

Hebe Maria Mattos de Castro: “Das cores do silêncio: os significados da liberdade no sudeste escravista – Brasil Século XIX”.

Manolo Florentino: “Em costas negras: uma história do tráfico atlântico de escravos entre a África e o Rio de Janeiro (séculos XVIII-XIX)”.

Flávio Gomes: “Histórias de quilombolas: mocambos e comunidades de senzalas no Rio de Janeiro – século XIX”.

 

1991

João Fragoso: “Homens de grossa ventura: acumulação e hierarquia na praça mercantil do Rio de Janeiro (1790-1830)”.

Lená Medeiros de Menezes: “Os estrangeiros e o comércio do prazer nas ruas do Rio de Janeiro (1890-1930)”.

Yvone Maggie: “Medo do feitiço: relações entre magia e poder no Brasil”.

 

ASCOM-Assessoria de Comunicação Social

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