Obras Raras

O Arquivo Nacional, com apoio do BNDES, concluiu a higienização, o acondicionamento e a climatização da área de guarda do seu acervo de Obras Raras. Foi realizado um diagnóstico dos cerca de 23 mil volumes, dentre os quais destacam-se a obra em pergaminho Senaca Moralis, de Sêneca (1490); uma Bíblia em latim de 1509; a Le relationi universali, de Giovanni Botero (1596); o Dictionnaire infernal répertoire universel, de Collin de Plancy (1863), além de manuscritos iluminados medievais do século XV.

O acervo conta ainda com uma extensa coleção de livros de viajantes estrangeiros e brasileiros sobre o Brasil e outras partes do mundo como: Jean de Léry (1586); Joannes de Laet (1640); Kaspar Van Baerle (1660); Johan Nieuhof (1682); Andrew Battell (1706); Manoel Pimentel (1710); Antonie-Joseph Pernetty (1770); Charles Marie de La Condamine (1778); John Mawe (1812); Henry Koster (1816); John Luccock (1820); Augustin de Saint-Hilaire (1833); Johann Moritz Rugendas (1835); Francisco José de Lacerda e Almeida (1841); Ida Reyer Pfeiffer (1850); Daniel Parish Kidder (1857); Clements Markham (1859); Louis Agassiz (1868).

O depósito construído para a guarda dos volumes tem sistema de climatização, monitoramento ambiental e arquivo deslizante, projetado com características específicas para este tipo acervo.

A partir do diagnóstico, será realizado o planejamento de outras ações que garantam a preservação e o acesso ao acervo de Obras Raras do Arquivo Nacional.

O tratamento deste acervo ocorreu por meio de proposta da Associação Cultural do Arquivo Nacional (ACAN), apresentada ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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Ascom
14/dezembro/2016

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